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José
Ronaldo mostra a situação financeira do município A
situação financeira do município, com projeções para os próximos
anos, foi apresentada na tarde de terça-feira (9/12), pelo prefeito José
Ronaldo de Carvalho e pelo o secretário da Fazenda, Joaquim Bahia.
Durante a entrevista coletiva, no Ceaf, foram apresentados índices, números,
feitas comparações e analisadas as contas a pagar. Os números
mostrados são economicamente saudáveis. A
dívida do município chega a R$ 140 milhões. Nos oito anos do mandato
de José Ronaldo, que será encerrado no dia 31, foram pagos cerca de R$
60 milhões. Se nada fosse pago no período, portanto, o valor
atualizado se seria um pouco maior de R$ 195 milhões. São dívidas com
INSS, FGTS, Pasep, Embasa, Instituto de Previdência de Feira de
Santana, entre outras. Nos próximos quatro anos, a Receita de Livre
Movimentação vai se aproximar de R$ 1 bilhão. Em valores não
atualizados, o pagamento da dívida vai chegar a R$ 40 milhões. O
prefeito disse que em momento algum, nos últimos oito anos, disse
alguma palavra ou se reportou ao passado, quando o assunto são as
contas contraídas, pagas ou não, do município. “Nem bem, nem mal.
Vou terminar o governo como comecei”. Apenas disse que a dívida total
não foi contraída por ele. Lembrou que durante sua gestão foram
tomados dois empréstimos. O primeiro foi para modernizar a iluminação
das avenidas João Durval Carneiro e a Presidente Dutra. O segundo foi
para construir os cinco viadutos. “O
primeiro foi pago ainda na primeira gestão”, enfatizou o prefeito. O
segundo, tomado à CAF (Comissão Andina de Fomento), nos próximos três
anos será paga a parte dos juros. O capital – o correspondente a 11
milhões de dólares, começa a ser quitado no último ano da gestão de
Tarcízio Pimenta. “Ao contrário do que foi ventilado, a prefeitura
está e vai continuar administrável financeiramente nos próximos
anos”. José
Ronaldo afirmou que o IPFS (Instituto de Previdência de Feira de
Santana) começou a receber os repasses legais, a parte do empregador, a
partir da sua gestão. O instituto foi criado em 1992. “Esta foi a
nossa primeira providência”. Lembrou que a parte patronal chega a
22%, que é o dobro do índice pago pelo empregado. “Tudo que foi possível
ser feito, do ponto de vista administrativo, para que mantivéssemos a dívida
sob controle foi feito. O secretário Joaquim Bahia mostrou-se altamente
competente também nesta questão”. Joaquim
Bahia disse que, neste campo, voltar-se para trás é perder tempo.
“Focamos no futuro e creio que acertamos”. O secretário mostrou
didaticamente a situação financeira da prefeitura. Mostrou, com gráficos
e números, como encontrou e como vai deixar o município. Mostrou não
apenas o crescimento das receitas – próprias e repasses
constitucionais, mas o por quê deste aumento. Mostrou
e fez um paralelo entre os índices de endividamento registrados no início
da gestão e agora, bem como a relação da dívida e a receita corrente
líquida, as medidas tomadas para o fortalecimento da receita, os
Programas de Incentivos Fiscais, entre outros importantes assuntos.
Todos os índices foram positivos. “Todos nós, servidores ou
ocupantes de cargos de confiança, trabalhamos e fizemos o melhor para o
município”, afirmou Joaquim Bahia. Vários
secretários municipais, vereadores e servidores assistiram a explanação
feita aos jornalistas e radialistas. (Batista Cruz) |
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